região Norte do Tocantins produz, trabalha e cresce.Mas cresce enfrentando limitações logísticas que poderiam ser evitadas.É verdade que existem pontes ligando Tocantins, Maranhão e Pará. Esses avanços precisam ser reconhecidos. No entanto, a malha logística regional ainda é incompleta, e essa incompletude tem um ponto crítico: a ausência da ponte entre Filadélfia e Carolina. Essa não é uma demanda simbólica.
É uma necessidade econômica real. O Norte do Tocantins vem ampliando sua produção de grãos, fortalecendo cadeias do agronegócio e aumentando sua participação no abastecimento regional. Porém, sem uma ligação direta com o Sul do Maranhão, a produção precisa percorrer rotas mais longas, caras e ineficientes, elevando o custo do frete e reduzindo a competitividade do produtor tocantinense.
Cada quilômetro a mais no transporte significa:
•menor margem para o produtor; • frete mais caro;
•menos atração de investimentos; • perda de competitividade frente a outras regiões.
A ponte Filadélfia–Carolina encurta distâncias, organiza fluxos logísticos e cria um novo corredor de escoamento de grãos, conectando o Norte do Tocantins a mercados consumidores, centros de distribuição e rotas estratégicas do Maranhão. Mas não é só o agro que ganha. A mobilidade logística beneficia:
•o comércio regional;
•o transporte de insumos;
•a circulação de trabalhadores;
•o acesso a serviços de saúde e educação;
•a integração econômica entre dois estados que já são interdependentes. Sem essa ponte, a logística do Norte do Tocantins continua fragmentada. Com essa ponte, a região passa a operar de forma estratégica, competitiva e integrada. Por isso, nossa manifestação eleitoral é clara e responsável: não se trata de prometer obras aleatórias, mas de defender uma infraestrutura que faz sentido econômico, social e regional. A ponte entre Filadélfia e Carolina: •
não é luxo;
•não é gasto improdutivo;
•não é obra para fotografia. É infraestrutura de desenvolvimento, capaz de transformar produção em riqueza, distância em oportunidade e potencial em realidade. Defender essa ponte é defender o produtor rural. É defender a economia do Norte do Tocantins. É defender mobilidade, integração e futuro. Chegou o momento de concluir o que ainda falta no mapa do desenvolvimento regional. O Norte do Tocantins precisa dessa ponte — e nós vamos levantar essa bandeira com responsabilidade, firmeza e compromisso com a realidade.