Por André Luiz: A ponte que o norte do Tocantins precisa

janeiro 4, 2026
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região Norte do Tocantins produz, trabalha e cresce.Mas cresce enfrentando limitações logísticas que poderiam ser evitadas.É verdade que existem pontes ligando Tocantins, Maranhão e Pará. Esses avanços precisam ser reconhecidos. No entanto, a malha logística regional ainda é incompleta, e essa incompletude tem um ponto crítico: a ausência da ponte entre Filadélfia e Carolina. Essa não é uma demanda simbólica.

É uma necessidade econômica real. O Norte do Tocantins vem ampliando sua produção de grãos, fortalecendo cadeias do agronegócio e aumentando sua participação no abastecimento regional. Porém, sem uma ligação direta com o Sul do Maranhão, a produção precisa percorrer rotas mais longas, caras e ineficientes, elevando o custo do frete e reduzindo a competitividade do produtor tocantinense.

Cada quilômetro a mais no transporte significa:

•menor margem para o produtor; • frete mais caro;

•menos atração de investimentos; • perda de competitividade frente a outras regiões.

A ponte Filadélfia–Carolina encurta distâncias, organiza fluxos logísticos e cria um novo corredor de escoamento de grãos, conectando o Norte do Tocantins a mercados consumidores, centros de distribuição e rotas estratégicas do Maranhão. Mas não é só o agro que ganha. A mobilidade logística beneficia:

•o comércio regional;

•o transporte de insumos;

•a circulação de trabalhadores;

•o acesso a serviços de saúde e educação;

•a integração econômica entre dois estados que já são interdependentes. Sem essa ponte, a logística do Norte do Tocantins continua fragmentada. Com essa ponte, a região passa a operar de forma estratégica, competitiva e integrada. Por isso, nossa manifestação eleitoral é clara e responsável: não se trata de prometer obras aleatórias, mas de defender uma infraestrutura que faz sentido econômico, social e regional. A ponte entre Filadélfia e Carolina: •

não é luxo;

•não é gasto improdutivo;

•não é obra para fotografia. É infraestrutura de desenvolvimento, capaz de transformar produção em riqueza, distância em oportunidade e potencial em realidade. Defender essa ponte é defender o produtor rural. É defender a economia do Norte do Tocantins. É defender mobilidade, integração e futuro. Chegou o momento de concluir o que ainda falta no mapa do desenvolvimento regional. O Norte do Tocantins precisa dessa ponte — e nós vamos levantar essa bandeira com responsabilidade, firmeza e compromisso com a realidade.

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