O vazio do evento de lançamento da pré-candidatura de Eli Borges ao senado mostra o tamanho eleitoral de Dorinha e aliados.

junho 28, 2026
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O lançamento da pré-candidatura de Eli Borges ao Senado em Araguaína mostrou o tamanho não só de seu poder eleitoral, mas de toda a cúpula governista empenhada na pré-candidatura de Dorinha ao governo. A escolha por Araguaína foi estratégica: é a terra do prefeito Wagner Rodrigues, um dorinhista que trava com Wanderlei uma disputa interna pela indicação do vice na chapa de Dorinha, e também é o segundo maior colégio eleitoral do estado.

Em um espaço esvaziado, Wanderlei Barbosa, Dorinha, Deputados e Eli Borges experimentaram um pouco da rejeição de Dorinha, que está afetando por tabela o governador que teve uma queda acentuada em sua popularidade nos últimos dois meses. 

A mais recente pesquisa do Instituto Paraná mostra o nível de rejeição de Dorinha, que vem aumentando a cada rodada, e a queda na intenção de votos. Com apenas um ponto à frente de Vicentinho Júnior, a senadora tocantinense vê seu projeto de poder sendo ameaçado e o evento em Araguaína foi mais um tapa na cara dela. Eli Borges é um homem honesto, íntegro e, com toda certeza, capaz de fazer um trabalho no Senado excelente, mas está no meio de quem o povo rejeitou. Assim como a rejeição de Dorinha está sendo transferida para Wanderlei, pode ele ser a próxima vítima. Seu lançamento de pré-candidatura em Araguaína deve ter acendido um alerta. 

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