Rachas, brigas internas, alta rejeição e a incerteza que paira sobre a pré-campanha de Dorinha

abril 22, 2026
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As rachaduras no grupo palaciano colocam em xeque a estrutura da campanha de Maria Auxiliadora Seabra Rezende — Dorinha — e expõem a fragilidade existente das alianças. Por dentro — base governista — a implosão começou com a saída de Vicentinho Júnior após um áudio de Dorinha vazar, onde ela diz a um amigo que não tinha paixão pela candidatura do parlamentar, e se importava apenas com ela. Isso abriu uma ferida que ocasionou a primeira ruptura no grupo. Mas a lição parece não ter sido aprendida por Dorinha e o grupo do governador, e mais tarde perderiam o presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins, Amélio Cayres. 

O processo de implosão continua com a exclusão de Gaguin, que já dá indícios de que não seguirá no grupo palaciano e pode tomar rumo oposto. Há também brigas entre pré-candidatos à Câmara Federal da própria base. A deputada Janad Valcari levantou suspeitas contra Fabio Vaz, ex-secretário de educação, e apoiou uma abertura de CPI para investigar o secretário e, por tabela, o governo de Wanderlei Barbosa. A confusão parece se tornar generalizada, eles não estão se entendendo e mostram para o eleitor que não há entendimento entre eles. 

Por fora — pré-campanha nas ruas — Dorinha enfrenta uma alta rejeição que ultrapassa os 40%, o que está tendo impacto nas intenções de votos, onde se percebe uma queda vertiginosa e ela vê Vicentinho Junior se aproximando. A última pesquisa Veritá aponta que eles estão tecnicamente empatados. Segundo fontes do Palácio, essa alta rejeição levou a uma reunião entre o governador Wanderlei Barbosa, o senador Eduardo Gomes, Dorinha e outras pessoas empenhadas na pré-campanha e, segundo nossas fontes, o ponto principal das discussões foi exatamente essa rejeição que assusta. 

Ainda conforme nossas fontes, foi levantada a possibilidade de até o candidato ao governo, caso Dorinha não consiga estancar a sangria, fazendo com que a rejeição diminua. Os sinais são claros de uma implosão por dentro e por fora e os rumos da pré-campanha de Dorinha são incertos. Ela pode ser ainda a candidata do governo? Sim, tranquilamente, mas caso consiga melhorar sua imagem perante o eleitor. E há riscos de mais rupturas no grupo palaciano, são altos, mais pessoas podem deixar o barco se não chegarem a um entendimento interno. 

1 Comment Deixe um comentário

  1. essa aí é mais uma que não quer trabalhar quer viver de política, eu nunca votaria, por isso pensei que tem que diminuir os salários desses políticos e tirar as regalias que aí vcs vão ver quantos vão ficar

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